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ACORDO CELADO

Agentes penitenciários negociam e decidem não entrar em greve

Categoria exigiu progressão de carreira, fardamento e materiais balísticos, e informativo para a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos

Karollen Nadeska

Jornalista

13/09/2017 08h30 | Atualizada em 13/09/2017 11h03

Agentes penitenciários negociam e decidem não entrar em greve

Reprodução/Internet

Servidores e demais agentes do Sistema Penitenciário de Mato Grosso, em votação nesta terça-feira (21), optaram por não dar sequência ao plano de greve que havia sido cogitado no início desta semana. Acontece que uma equipe do Poder Executivo se reuniu com a categoria já no final da tarde, em  frente à Penitenciária Central do Estado (PCE),  para apresentar as contrapropostas e conseguiram sair do local após acordo firmado. 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários (Sindspen-MT), João Batista Pereira, na reunião com o governo ficou definido padrão simples de apresentação de documentos para nível do cargo de agente da segurança pública, levando em consideração que os funcionários que já preenchem os requisitos básicos para progressão de carreira, já estão inclusos nesse projeto.

“Na reunião ficou definido a forma mais branda de aplicação dos critérios. Após uma conversa longa, nós acordamos que os agentes que já tiverem os requisitos preenchidos não terão que apresentar mais nada para o cargo. O nível superior somente serão apresentados da classe C para D, os novos integrantes do sistema a partir de fevereiro depois da homologação do concurso”, afirmou.

A classe vinha buscando alcançar melhorias desde 2015, quando recentemente o governador Pedro Taques (PSDB) havia conquistado o mandato.

Entre os itens que compõe a pauta de negociação estão: a questão do fardamento e materiais bélicos, progressão de cargo e carreiras.

Ficou estabelecido, inclusive, que até a próxima sexta-feira (15), o governo deverá encaminhar Nota Técnica (NT) a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), informando da progressão de carreira que estava paralisado desde janeiro deste ano, devido a um impasse da Lei Complementar 585. 

Caso o acordo não seja devidamente cumprido, o Sindspen estipulou um prazo de quinze dias para realizar nova assembleia e redefinir os próximos passos a serem alavancados pela categoria.

FONTE: Assessoria

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