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PITIRÍASE RUBRA PILAR

Mecânico com doença que solta a pele pede ajuda para tratamento

Há cinco meses sem conseguir o medicamento na fármacia de alto custo, Jailson da Silva precisa de medicamento que custa $R 1.500

Catia Alves

Repórter

05/08/2017 16h27 | Atualizada em 06/08/2017 06h54

Mecânico com doença que solta a pele pede ajuda para tratamento

Reprodução/Internet

A doença se manifestou em agosto de 2016. Mas só no começo de dezembro é que Jailson Vieira da Silva, 46, descobriu que tinha Pitiríase Rubra Pilar, uma doença de pele rara que provoca inflamação constante e desprendimento da pele e pode afetar partes ou o corpo inteiro.

“Caiu toda a minha pele. Comecei a tratar pela farmácia de alto custo, mas há cinco meses o remédio não está sendo oferecido pela rede. Eu já estava bem melhor, já estava crente de que no próximo mês eu voltaria a trabalhar, mas logo que as temperaturas caíram na Capital eu dormi bom e amanheci em carne viva”, desabafa.

Jailson Vieira da Silva, sofre da doença Pitiríase Rubra Pilar

A doença pode começar na infância ou na idade adulta e afeta igualmente tanto homens quanto mulheres. Após identificar a doença, no caso de Joilson, ninguém soube explicar o porquê dela se manifestar.

A mãe dele teria tido a doença e os médicos suspeitam que seja algo hereditário. Mas como não há informações concretas no meio científico sobre o porquê a doença se manifesta, os médicos não puderam afirmar.

De lá para cá, Jailson conta que a situação só vem piorando. Durante a entrevista ao Circuito Mato Grosso, na manhã desta sexta-feira (04) ele disse que tinha acordado até bem. Tinha conseguido fechar as mãos e estaria indo até o trabalho dar satisfação do porque não estava indo trabalhar.

“Minha esposa trabalha, então quem me ajuda a colocar roupa, tomar banho, porque eu não posso ficar sozinho, é a minha cunhada. Eu sinto muita dor, é como quando a pessoa cai de moto e se machuca, aquele ralado que fica, a dor que eu sinto é como se eu estivesse com o corpo todo ralado e estivesse tomando banho toda hora”, explica Jailson.

O medicamento acitretina na rede particular de farmácia custa R$ 1.500 e ele toma três comprimidos por dia, para Jailson tratar da doença por um mês ele precisa de R$ 4.000, quantia que ele não dispõe.

“Estou encostado pelo INSS, eu pego R$ 1.200, como vou custear um medicamento que custa mais do que eu recebo? Sem contar nas pomadas que preciso comprar para não deixar ressecar tanto a pele”, contou. As pomadas são bepantol e neutrogena.

Quem puder e quiser ajudar o Jailson, ele aceita o medicamento ou valor em dinheiro. Para ajudar comprando o remédio ele pede que seja levado até a sua residência localizada no bairro Distrito Industrial em Cuiabá. Para saber o endereço as pessoas devem entrar em contato pelo telefone: (65) 9 9201-4191.

Para ajuda em dinheiro, qualquer valor, pode ser depositado em conta.

Dados: Banco do Brasil

Favorecido: Jailson Vieira da Silva

Agencia: 3643-9

Conta: 17911-6

 

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