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Brasil - Página 971

Apenas 0,55% dos índios de todo o país estão na universidade

Apenas 0,55% dos índios de todo o país estão na universidade

  O escritor e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), Daniel Munduruku, disse que, de todos os povos indígenas brasileiros, apenas cinco mil indivíduos frequentam um curso superior. De acordo com o Censo 2010 do IBGE, a população de índios no país é de 896 mil.

Pai do vocalista do Mamonas Assassinas entra com processo contra Feliciano

Pai do vocalista do Mamonas Assassinas entra com processo contra Feliciano

  Depois da repercussão das declarações do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) sobre a morte dos integrantes dos Mamonas Assassinas, o pai do vocalista Dinho, Hildebrando Alves, entra com processo na Justiça de São Paulo. O processo por danos morais é contra o presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias  na Câmara Federal. As informações são do jornal Diário de Guarulhos.   “O avião estava no céu, região do ministro do juízo de Deus, lá na serra da Cantareira. Ao invés de virar para um lado, o manche tocou para o outro. O anjo pôs o dedo no manche, e Deus fulminou aqueles que tentaram colocar palavras torpes na boca das nossas crianças", disse o deputado pastor sobre o acidente fatal ocorrido com a banda, em março de 1996, em um culto de sua igreja.   “Ele (Feliciano) é louco. Deus não mata ninguém, Deus é amor. O acidente que aconteceu foi uma fatalidade, eles viajavam muito de avião”, esclarece na entrevista ao jornal Hildebrando indignado com as afirmações do pastor.   Feliciano ataca nominalmente Dinho, o filho de Hildebrando e vocalista da banda. “Pior! Quem era o Dinho? Era da igreja Assembleia de Deus em Guarulhos. Vendeu a comunhão dele (...). Se vendeu ao Diabo pelo vil dinheiro! Dizem por aí, que todo homem tem seu preço. Nós temos que ser diferentes. Nosso preço já foi pago na cruz do calvário”.   O pai de Dinho rebate: “A mãe do Dinho era da Assembleia de Deus; o meu filho só frequentava (os cultos) com ela, na infância. Nós entramos hoje com um processo de danos morais”.   UOL  

Mega-Sena acumula e prêmio pode chegar a R$ 37 milhões

Mega-Sena acumula e prêmio pode chegar a R$ 37 milhões

  Ninguém acertou a principal faixa de premiação do concurso 1.485 da Mega-Sena, realizado neste sábado (13). O prêmio acumulado para o próximo sorteio, previsto para ocorrer na quarta-feira (17), pode chegar a R$ 37 milhões, de acordo com estimativa da Caixa Econômica Federal (CEF). Veja as dezenas sorteadas: 04 - 27 - 30 - 36 - 54 - 59. Segundo a CEF,  212 apostas acertaram a Quina e cada uma vai receber R$ 14.575,86. Outras 12.408  apostas acertaram a Quadra e cada uma vai levar R$ 355,77. A Caixa faz sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas e aos sábados. As apostas devem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer uma das 11,9 mil lotéricas. A aposta mínima custa R$ 2.  

Ministério Público deflagra operações de combate à corrupção pelo Brasil

Ministério Público deflagra operações de combate à corrupção pelo Brasil

Mais de 150 promotores e 1.300 policiais fazem nesta terça-feira (9) operações de combate à corrupção em pelo menos 12 Estados. As ações são coordenadas pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas em parceria com diversos órgãos e têm como objetivo desmantelar esquemas criminosos cujos desvios de verbas podem ultrapassar R$ 1,1 bilhão.

Júri do Carandiru é adiado após jurada passar mal

Júri do Carandiru é adiado após jurada passar mal

  O júri popular de 26 policiais militares acusados pela morte de 15 detentos do antigo complexo penitenciário do Carandiru, que começou nesta segunda-feira (8) no Fórum Criminal da Barra Funda (zona oeste de SP), foi adiado para o próximo dia 15, às 9h, no mesmo local.   A decisão, lida em plenário às 14h25 pelo juiz do caso, José Augusto Nardy Marzagão, foi tomada porque o Conselho de Sentença (corpo de jurados) sorteado nesta manhã precisou ser dissolvido. Uma das juradas teve problemas de saúde e precisou ser dispensada.   Segundo o juiz, a equipe médica que dá suporte ao júri constatou "impossibilidade" da jurada de permanecer no tribunal.   A sessão estava suspensa desde as 12h20 para que os jurados pudessem ler peças do processo e almoçar. O retorno deveria ter ocorrido às 13h20.   Na retomada do júri na próxima segunda, um novo Conselho de Sentença será sorteado em um grupo de 43 convocados --os 50 convocados inicialmente, menos os sete que foram sorteados hoje e acabaram dispensados.   Foi o segundo adiamento do júri, que seria realizado em 28 de janeiro deste ano, mas foi adiado pela Justiça a pedido de Ministério Público e defesa dos réus para que nova perícia de confronto balístico pudesse ser feita. Em março, o Instituto de Criminalística respondeu que novo laudo era inviável por razões técnicas.   Para o promotor titular do caso, Fernando Pereira da Silva, o adiamento não vai prejudicar a tese da acusação –para a qual os policiais atiraram sem chance de defesa para as vítimas.   "Estamos preparados para esse julgamento, e agora teremos uma semana a mais para focar nele e aguardar – a previsão inicial era que ele durasse duas semanas, adiado, não sofrerá maior prejuízo", disse.   Se a presença de 24 PMs causaram algum tipo de desconforto nos jurados? "Não me pareceu que tenha sido isso. O jurado [da nova data] pode vir tranquilo para desempenhar bem sua função, que é o julgamento da causa", afirmou. Indagado sobre réus que riam no plenário, durante a leitura de peças por parte dos jurados, antes da suspensão para o almoço, Silva resumiu: "Não percebi isso, de onde estava sentado, não via o rosto deles", declarou.   Quanto à ausência de dois dos réus, o representante do MP evitou polemizar:"Foi uma opção deles faltar, não sei se houve alguma justificativa. Mas vamos ver se no próximo estarão presentes".   Como se trata de réus soltos, a lei faculta a eles a possibilidade de não comparecer ao próprio julgamento. Em entrevista coletiva na sexta (5), o outro promotor do caso, Márcio Friggi, adiantara: ""De fato, o comparecimento não é obrigatório. Mas me causaria muita perplexidade a pessoa que se diz inocente não querer se defender".   O julgamento Serão julgados 26 policiais militares acusados pelo assassinato de 15 presos do complexo do Carandiru, em São Paulo, em outubro de 1992.   Segundo informações do TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo), dos 26 intimados para o julgamento, dois não compareceram ao fórum. São eles: Argemiro Cândido e Reinaldo Henrique de Oliveira. Os demais réus compareceram ao fórum sem farda.   O júri deve durar ao menos dez dias e é o primeiro de uma série de quatro que devem ser realizados até o final do ano para julgar o massacre, considerado o mais trágico na história do sistema prisional brasileiro. Ao todo, 111 presos foram assassinados.   Advogada se irrita com falta de almoço a réus Compareceram hoje ao fórum seis testemunhas: cinco da acusação (entre sobreviventes e o perito aposentado Osvaldo Negrini Neto) e uma da defesa, cuja qualificação não foi informada.    No intervalo da sessão de hoje, logo após o sorteio dos jurados, a advogada dos réus, Ieda Ribeiro de Souza, estava irritada e deu declarações a interlocutores, em voz alta, sobre uma representação que pretende enviar ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça). O motivo: o TJ não providenciou alimentação para os réus, sob alegação de que, soltos, eles podem sair do fórum para almoçar. A advogada sugeriu que os PMs acabariam se deparando com jornalistas na lanchonete do prédio.   Para os jurados, a alimentação é por conta do TJ --cerca de R$ 8.000 para as duas semanas de júri.   UOL

Vinte anos após massacre do Carandiru, 26 PMs vão a júri

Vinte anos após massacre do Carandiru, 26 PMs vão a júri

  Mais de vinte anos após o massacre do Carandiru, quando 111 presos foram mortos em uma ação da tropa de choque comandada pelo coronel Ubiratan Guimarães, 26 policiais militares envolvidos no episódio começam a ser julgados nesta segunda-feira (8). O julgamento tem início previsto às 9 horas, no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo.   Os nomes dos policiais que serão julgados, bem como os cargos que ocupam atualmente são mantidos em sigilo pela Justiça. Todos respondem em liberdade até hoje. Inicialmente, 130 PMs foram denunciados à Justiça pelo massacre. O número, contudo, foi caindo ao longo dos anos. Isso porque prescreveram muitas das acusações, como o crime de lesão corporal. Hoje, apenas 79 PMs respondem pelo massacre.   Nesta primeira etapa do julgamento, serão julgados 26 PMs que respondem por homicídio qualificado pela morte de 15 detentos. As demais fases, em que serão apuradas as responsabilidades dos demais policiais, não têm data para começar.   Em 2001, o coronel Ubiratan Guimarães, que comandou a operação, foi condenado a 632 anos de prisão por comandar a ação no Carandiru, mas, em fevereiro de 2006, o Tribunal de Justiça de São Paulo reinterpretou a decisão do 2º Tribunal do Júri e decidiu absolver o coronel. Ubiratan foi morto em setembro de 2006 com um tiro na barriga, em seu apartamento nos Jardins, região nobre de São Paulo.   Relembre o caso - Em 2 de outubro de 1992, chamados para conter uma rebelião na Casa de Detenção de São Paulo, parte do complexo presidiário do Carandiru, cerca de 340 policiais invadiram o pavilhão nove sob a liderança do coronel Ubiratan. Tudo caminhava para que os mais de 2 000 detentos fossem dominados e tranquilizados, até que os batalhões de choque chegaram ao segundo andar do pavilhão, o foco da revolta. Então, passou-se meia hora de execuções à queima-roupa. Armados com revólveres, escopetas e metralhadoras, os policiais executaram sumariamente 111 presos. Do lado da polícia, nenhuma baixa.   A reação imediata do governador foi atrasar a contagem dos corpos e tentar ludibriar a imprensa por algumas horas para não atrapalhar o resultado das eleições que se realizariam no dia seguinte.   Em setembro de 2002, a Casa de Detenção, a maior da América Latina, foi finalmente desativada. No local foi construído um parque público com áreas de lazer e cultura. Cerca de 170.000 pessoas passaram pelo presídio em 46 anos. Em abril de 2000, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) considerou oficialmente o episódio como um massacre, o que significa que o Brasil ainda poderia ser levado a julgamento em cortes internacionais em função do caso. O governador e o secretário de Segurança do Estado na época não foram responsabilizados pelo episódio.   Segundo a Defensoria Pública do estado, dos 64 processos de indenização movidos por familiares das vítimas contra o estado, apenas 26 tiveram ordem de pagamento autorizada. A maioria foi paga só em 2011 – e boa parte das indenizações autorizadas segue na fila dos precatórios. Veja.com  

Coiotes cobram US$ 4 mil

Coiotes cobram US$ 4 mil

  Haitianos têm pagado de três a quatro mil dólares a “guias” de imigrantes ilegais, os chamados “coiotes”, para entrar no Brasil clandestinamente pelas fronteiras do Acre e Amazonas e depois seguirem viagem até Cuiabá, uma das cidades mais procuradas.