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Brasil - Página 890

Pesquisa mostra que crianças fumantes passivas chegam a 51%

Pesquisa mostra que crianças fumantes passivas chegam a 51%

Um estudo sobre o tabagismo passivo revelou que 51% das crianças até 5 anos são consideradas fumantes passivas por causa do vício dos pais. A pesquisa foi coordenada pelo diretor do Ambulatório de Drogas do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP), João Paulo Lotufo. Segundo a pesquisa, essas crianças desenvolvem mais otites, bronquites, rinites, asma e duas vezes mais morte súbita quando comparadas com as de pais não fumantes.

Governo licita trecho da BR-163 em Mato Grosso do Sul

Governo licita trecho da BR-163 em Mato Grosso do Sul

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) promove hoje (17) leilão para concessão à iniciativa privada de trecho da BR-163 (MS). Este será o quarto leilão de rodovias do Programa de Investimentos em Logística (PIL) do governo federal.

 Ônibus de turismo cai de ponte na BR-376 e deixa seis mortos

Ônibus de turismo cai de ponte na BR-376 e deixa seis mortos

Um ônibus de turismo caiu de uma ponte sobre a Represa da Vossoroca, na BR-376, região de Guaratuba, no litoral paranaense, por volta da 1h da madrugada desta terça-feira (17). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), seis pessoas morreram no local.

Debate sobre circulação de táxis em corredores de ônibus em São Paulo fica para janeiro

Debate sobre circulação de táxis em corredores de ônibus em São Paulo fica para janeiro

 O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, disse hoje (16) que a circulação de táxis nos corredores de ônibus será discutida em janeiro de 2014. Atualmente, os táxis podem usar as faixas exclusivas quando transportam passageiros. No entanto, um estudo da Secretaria Municipal de Transporte, apresentado em novembro, mostra que os táxis contribuem para a diminuição da velocidade e do desempenho dos ônibus nos corredores.

PM isola área do antigo Museu do Índio

PM isola área do antigo Museu do Índio

 A Polícia Militar isolou a área do antigo Museu do Índio com grades no início da tarde de hoje (16). Houve protesto na ação para desocupar o edifício. Durante a colocação das grades, houve confusão porque alguns manifestantes não queriam deixar o espaço que seria isolado.

'É meu herói', diz menina salva por cachorro em incêndio no RS

'É meu herói', diz menina salva por cachorro em incêndio no RS

Um incêndio na casa da empregada doméstica Juliana Batista Silva quase terminou em tragédia em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A válvula de segurança do botijão de gás da residência se rompeu, e as chamas se alastraram rapidamente. Os adultos correram para fora, e a menina Ana Karolina, que dormia sozinha em um quarto, só se salvou porque foi acordada pelo cachorro Uísque e conseguiu sair do local sem nenhum ferimento.

Mesmo sem crimes,

Mesmo sem crimes, "rolezinho" causou pânico e levou polícia a shopping de Guarulhos

Um fantasma rondava ontem o Shopping Internacional de Guarulhos, o fantasma do funk. O medo era de que se repetissem as cenas de pânico e correria, vistas no sábado, quando centenas de adolescentes, concentrados em uma das portarias, entoaram em uníssono uma espécie de hino de guerra, enquanto avançavam para dentro do centro de compras.

Funai e religiosos missionários jogam índios contra agricultores em MS
VIOLÊNCIA NO CAMPO

Funai e religiosos missionários jogam índios contra agricultores em MS

O cenário bucólico no município de Iguatemi, em Mato Grosso do Sul, onde hoje mora o agricultor José Joaquim do Nascimento, é apenas aparente. Em outubro passado, a 17 quilômetros dali, Zé Alagoano, como é conhecido esse senhor de 91 anos de idade, foi expulso pela segunda vez do seu sítio. Armados de porretes e facões, índios guaranis-caiovás cercaram a casa da família e ameaçaram atear fogo em tudo, caso a família não abandonasse imediatamente as terras. Um caminhão arrumado às pressas levou os poucos e rústicos móveis. Zé Alagoano deixou para trás as galinhas, uma vaca leiteira e um motor do pequeno engenho de farinha. Nos dias seguintes, os índios depredaram a propriedade. Até as madeiras do telhado e as esquadrias das portas e janelas foram arrancadas, transformando a antiga casa em um monte de ruínas. Amparado por advogados de um vizinho, ele conseguiu a reintegração de posse das terras recebidas do governo e cultivadas pela família há mais de cinquenta anos. Com receio de que a ação policial possa gerar um confronto, as autoridades se recusam a cumprir a ordem judicial.   A convivência entre índios e agricultores na região é historicamente pacífica. O que mudou para pior - muito pior - o convívio foi a decisão da Funai, por razões políticas e ideológicas, de criar no Brasil uma “questão indígena”. Nada mais fácil. Afinal, quem pode ser contra a defesa dos selvagens puros e inocentes diante do poder econômico e da maldade intrínseca do homem branco europeu, esse predador nato, mercantilista frio, pronto a matar para roubar até satisfazer sua fome de riquezas? Essa narrativa é cativante. Mas ela é apenas isso, uma narrativa. Na vida real, o que se observa é que a Funai e seus aliados no Conselho Indigenista Missionário (Cimi) estão levando a manipulação política das populações indígenas a níveis intoleráveis, ilegais e em franco desafio à Constituição. Na vida real, o que ocorre é que a Funai e o Cimi estão insuflando os índios não apenas contra as grandes propriedades e o agronegócio. Agora as vítimas são pequenos produtores de agricultura familiar - brasileiros pobres e trabalhadores que vivem em áreas que nunca pertenceram aos índios e nem sequer são disputadas pelas lideranças indígenas. Incentivados pelos funcionários da Funai, os índios promoveram neste ano 105 invasões, 67 delas em Mato Grosso do Sul. Eles invadiram terras de reservas demarcadas ocupadas por fazendeiros? Não. Invadiram terras que eram comprovadamente habitadas por índios em 1988, ano-base para os processos legais de demarcação de acordo com a Constituição brasileira? Não. Eles invadiram terras que os antropólogos e os religiosos do Cimi decidiram pelos critérios deles que devem ser entregues aos índios. Os critérios da Funai e do Cimi são bastante peculiares. Com base neles, estão sendo reivindicadas como reservas indígenas áreas produtivas e até cidades em Minas Gerais, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.   No domingo 8, o produtor rural Ivagner José Varago pensou duas vezes antes de tomar uma decisão: posar para uma fotografia na porteira da Fazenda São José, invadida pelos índios em outubro. Ameaçado de morte, ele não voltava ao local desde o dia em que fora forçado a abandonar a casa na calada da noite. “Durante a madrugada, os índios cortavam as cercas, matavam o gado, botavam fogo no pasto, a gente não podia sequer sair”, conta o produtor, que agora mora com a mãe na cidade. “É uma sensação muito dolorosa, de revolta, de impotência, você não poder entrar na sua propriedade”, diz ele, observando o vaivém dos índios. Dono da propriedade desde 1979, Varago conta que já gastou boa parte das economias da família para pagar advogados e peritos que auxiliam no processo de reintegração que tramita na Justiça. “A gente sabe que o culpado não é o índio. Os responsáveis por isso são essas ONGs, a Funai e o Cimi, que envenenam a cabeça deles.” Do lado dos índios, a insatisfação é a mesma: “Nunca tivemos conflito com os fazendeiros. Os dois lados querem resolver essa questão. O problema é que o governo fica enrolando. A Funai só vai resolver isto aqui depois que acontecer alguma coisa. Depois que morrer alguém. Aí vão olhar aqui”, diz o índio Karajá.   Na semana passada, um evento em Campo Grande marcou o início de um movimento dos agricultores para arrecadar recursos para financiar manifestações, pagar honorários de advogados e ampliar a segurança nas propriedades ameaçadas. Isolado em sua fazenda e sem a garantia de segurança policial no caso de um confronto com os índios, Leonardo Palmieri disse a VEJA que está disposto a ir às últimas consequências para defender o que é seu: “Isto aqui virou uma terra sem lei. Eu nunca pensei que tivesse de comprar uma arma para me proteger dentro da minha própria casa. Os fazendeiros de Sidrolândia estão dispostos a morrer dentro da terra deles. Eles têm habeas corpus preventivo, armas registradas e estão seguindo a lei. Já que a Força Nacional não nos ampara, a polícia diz que não pode vir aqui, então nós temos de nos defender sozinhos”. Em Brasília, tenta-se tirar da Funai o monopólio sobre a demarcação de terras indígenas. O governo quer a participação de outros órgãos no processo. A proposta, apresentada em junho por Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil, foi atacada ferozmente pela Funai e pelo Cimi. Mas é vital que se chegue a algum critério civilizado, legal, amparado pela Constituição, um marco jurídico que garanta a integridade das propriedades agrícolas vizinhas às reservas indígenas demarcadas - e uma política indigenista que preserve a saúde, a cultura e o bem-estar dos descendentes das populações pré-colombianas do Brasil.   Veja  

Caixa vai realizar três sorteios da Mega-Sena nesta semana
SORTE

Caixa vai realizar três sorteios da Mega-Sena nesta semana

A Caixa Econômica Federal vai realizar três sorteios da Mega-Sena nesta semana. Eles acontecerão na terça (17), na quinta-feira (19) e no sábado (21). Depois, o próximo sorteio acontece apenas no dia 31, quando ocorre a Mega da Virada.   Normalmente, há dois sorteios da Mega-Sena por semana: um na quarta-feira e outro no sábado. No ano passado, no entanto, também foram realizados três sorteios na semana do Natal para compensar a falta de concurso na semana seguinte.   Ontem, nenhum aposta acertou as dezenas do concurso 1.556 e o prêmio voltou a acumular. Com isso, o prêmio para a próxima terça-feira chega a R$ 40 milhões.   MEGA DA VIRADA   No ano passado, a Mega da Virada bateu recorde e pagou um prêmio de R$ 244,7 milhões, dividido por três apostas. Para este ano, a estimativa inicial era de R$ 200 milhões. As apostas já podem ser feitas em qualquer lotérica.   Caso um único ganhador aplique o valor integral do prêmio na poupança, poderá se aposentar e viver com rendimentos de R$ 1,2 milhões por mês, o que equivale a cerca de R$ 40 mil por dia. A fortuna também é suficiente para comprar um bairro inteiro com 400 casas, no valor de R$ 500 mil cada.   O prêmio da Mega da Virada não acumula. Caso não haja ganhador com as seis dezenas sorteadas, o valor será somado ao rateio dos acertadores de cinco números. Se não houver ganhadores nessa faixa, os acertadores da quadra dividirão todo o prêmio e assim sucessivamente.   UOL  

Infraero registra 150 voos atrasados no 1º final de semana da Operação Fim de Ano
CAOS À VISTA

Infraero registra 150 voos atrasados no 1º final de semana da Operação Fim de Ano

No início do primeiro fim de semana da Operação Fim de Ano, anunciada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para fiscalizar as empresas aéreas e evitar atrasos nos aeroportos, a Infraero registrou, até 17h deste sábado (14), 150 voos (9,1 %) atrasados em todo o país, dos 1.642 voos previstos.   De acordo com levantamento feito pela Infraero, 46 voos (2,8%) foram cancelados, e 15 estão atrasados.   Segundo divulgou a Anac, 315 servidores trabalharão em turnos para cobrir os períodos de maior movimento e de grande fluxo de passageiros. A nota da agência informa que, em Brasília, Guarulhos (SP) e no Galeão(RJ), a fiscalização será feita 24 horas.   Em SP, atrasos acima do normal Os três aeroportos paulistas que vão entrar na intensificação da fiscalização por parte da Anac tiveram hoje (14), até as 16h, cancelamentos e atrasos de voos acima do normal. No aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital, três voos foram cancelados e cinco tiveram atrasos (de um total de 129 voos programados).   No aeroporto de Guarulhos, foram registrados 27 atrasos e um cancelamento (de um total de 169 voos programados).   Em Campinas, no aeroporto de Viracopos, houve um cancelamento e seis atrasos (do total de 97 voos programados).   Em Brasília, dos 107 voos previstos, 18 estão atrasados (16,8%), e três (2,8%) foram cancelados.   A reportagem da Agência Brasil não identificou fiscais da Anac de plantão no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek.   A Agência Brasil tentou contactar o assessor plantonista no número do celular divulgado pelo site da Anac, mas as ligações não foram atendidas.   Agência Brasil