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WÂNIA MONTEIRO

O que pensamos gera emoções, o que comemos também.

14/09/2020 14h41 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Nós desenvolvemos diferentes comportamentos como resposta às nossas emoções e, que depende, de diversos fatores como: o ambiente onde moramos, a nossa escolaridade que é um fator de entendimento maior ou menor, nossa capacidade de identificar e gerenciar nossos sentimentos. Como resposta, mais doenças ou não. Por exemplo, observou-se que as emoções e os comportamentos afetam as decisões e escolhas alimentares, desde das quantidades ingeridas, tipo de alimentos e quantas vezes nos alimentamos. Uma pessoa com euforia pode comer compulsivamente por muito tempo. Uma pessoa depressiva pode ficar sem apetite e passar o dia todo sem se alimentar. Como podemos perceber o vínculo entre a alimentação e a emoção é um fato determinante para se ter saúde. Por exemplo, na pessoa sedentária, os hábitos alimentares muito frequentes são a ingesta de bolos, doces, refrigerantes, sorvetes, e já na pessoa atleta, as emoções de culpa por comer algo não tão saudável é frequente. Nestes dois exemplos o subconsciente age de uma forma ruim e não saudável. Abusar do ato prazeroso de comer pode nos fazer sentir cansaço e assim buscar mais alimentos constantemente, que podem levar à danos a saúde. A nossa emoção deve nos conscientizar da comida que precisamos e não a comida ter o poder sobre nossa mente e ação. Com os alimentos podemos gerar saúde ou doenças. A proibição dos alimentos estabelece a obsessão alimentar. Quanto maior a proibição, maior o risco de aparecer a compulsão alimentar. Isto acontece porque fica a proibição enraizada em nossa subconsciente. Por tudo isto devemos sempre lembrar que o ideal é irmos mudando aos poucos os nossos hábitos alimentares ruins por hábitos bons, por exemplo, se preciso tomar um refrigerante quando vou comer, a cada dia vou diminuindo um dedinho do refrigerante  no copo, até meu cérebro perceber que não preciso mais dele. Isso é reeducação alimentar.



 



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