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ANNA RIBEIRO COSTA

Terras Brasilis: Bibliotecas do Mundo

05/11/2018 14h16 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Livros em alta! A campanha “vote com um livro na mão” e o “Dia Nacional do Livro”, ambos ocorridos no fim do mês de outubro, colocam os livros em destaque no cenário brasileiro. São iniciativas que, sem dúvida, contribuem para que mais brasileiros adquiram o prazer pela leitura. O Instituto Pró-Livro, associação privada, mantida com recursos oriundos de contribuições de entidades do mercado editorial, com o objetivo de fomento à leitura e difusão do livro, informou que o brasileiro lê, em média, dois livros por ano e conta 50% de leitores ou 88,2 milhões de pessoas.

A Market Research World publicou Índice de Cultura Mundial que, dentre os quesitos sobre diferentes hábitos culturais está o de leitura. Conforme dados da instituição, o país que mais lê no mundo é a Índia, posição ocupada desde 2005. De acordo com a pesquisa, “os indianos dedicam, em média, 10 horas e 42 minutos semanais para ler.” Em relação à América Latina, “a Venezuela ocupa o 14º lugar, seguida da Argentina em 18º, México em 25º e o Brasil em 27º, todos com médias de leitura que rondam menos da metade de tempo que dedicam na Índia.”

Por falar em livros, Rosemar Coenga me indicou “Bibliotecas do Mundo”, de Daniela Chindler. O livro, para crianças e jovens, guarda 10 pequenas histórias de sete bibliotecas: Biblioteca de Alexandria, Biblioteca Nacional, Biblioteca de Basra, Biblioteca do Mindlin, Biblioburro, Biblioteca Internacional da Juventude e Biblioteca-Parque da Rocinha.

Cada uma das bibliotecas ganha ilustrações de diferentes artistas plásticos. Após a leitura, fiz minha escolha: Biblioteca do Mindlin. Isso porque, além de conhecê-lo de “outros Carnavais”, de outras leituras, sempre fui fissurada em sua biblioteca, hoje “Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin”, localizada na Universidade de São Paulo.

Minha escolha tem 3 razões: leveza do texto, ilustrações de Ciça Fittipaldi, minha favorita, e pela ilustração principal: José Mindlin a empurrar um carrinho de bebê com o livro “Guarany. Romance brasileiro”, de 1857. Tenho uma ressalva: trocaria o título para “Biblioteca da Guita e do José Mindlin”. Isso por sua declaração: “nunca me considerei o dono desta biblioteca. Eu e Guita [esposa falecida de Mindlin] éramos os guardiães destes livros que são um bem público.”

Valeu, Rosemar, pela indicação!!! Complementou minhas leituras sobre bibliotecas.

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