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Graci Ourives de Miranda

Policiais têm família, Sim!

09/10/2017 08h53 | Atualizada em 09/10/2017 08h53


O objetivo deste artigo é demostrar que os policias, bem como os seus familiares, estes necessitam ser tratados com mais honra e dignidade, pelos gestores do Estado. É importante mostrar através das imagens, locais de trabalho em que existem segurança, tanto internas quanto externas.

Contudo, há delegacias em que os policias trabalham, de algumas localidades, em que os servidores estão vulneráveis. Em Avenidas, policiais ficam expostos. “(...)não têm sonho, só têm presságios(...)” Chico Buarque, 1976.

Foto: Graci Ourives de Miranda, (03/10/2017)

Cadê à “segurança” para os policiais, previsto no Art.5º “iguais perante à lei”?. A delegacia necessita de olhares humanos dos Poderes.

Foto: Graci Ourives de Miranda, (03/10/2017)

As delegacias deveriam ter mais estruturas. Tal como existem em algumas instituições. Imagem da Assembleia demostra que os servidores trabalham com segurança.

Foto: Graci Ourives de Miranda, (03/10/2017)

Acreditamos que as autoridades ao analisarem as imagens estarão motivados a mudar a rotina de insegurança para segurança das policias. Os Poderes devem trabalhar com prevenção e respeito a vida de todos policiais que servem a sociedade. Esta estrutura é segura e recomendável a construção para abrigar  policiais.

Foto: Graci Ourives de Miranda, (03/10/2017)

Os policiais que são linha de frente na delegacia, estão expostos a todos os tipos de intempéries. Ainda mais os que arriscam a vida para decretar ordem de prisão ou mandado, nas buscas e prisão. Estes servidores públicos merecem ser estimulados a ascender na carreira, e, ter reconhecimento dos Três poderes. Nota-se que, quem é detentor da caneta está protegido até através das câmeras, enquanto as policias estão desprotegidos. E se, nós tivéssemos mais mulheres no poder o aparato logístico e humanístico seria mais eficiente?

Convidamos os gestores a refletirem que: policias também têm familiares. Em se tratando de melhoria para sociedade com mais justiça. Vamos refletir a feminilidade no poder. Há “30 desembargadores” TJMT, sendo 20 homens e “10 mulheres.” A única mulher presidente até a presente data Desembargadora Shelma Lombardi de Kato. Será resquícios de ‘coronelismo’? Muitas mulheres intelectuais fazerem alternâncias de poder. Mas, na presidência!

Foto: Graci Ourives de Miranda, (03/10/2017)

E atuando na Comarca de Cuiabá-MT: ”44 juízes e 27 Juízas”. (Cecília Bumlai, gestão de recursos humanos FÓRUM da Comarca de Cuiabá,2017.

O Estado precisa se fazer presente e propiciar garantias de: saúde à segurança aos policiais.

A polícia não é indiferente à sociedade, porém os gestores estão indiferentes as suas necessidades básicas. Encontramos ambientes adequados no FÓRUM Desembargador José Vídal. 

Foto: Graci Ourives de Miranda, (03/10/2017)

Porém em algumas delegacias os policiais e sociedade são cotidianamente expostos a diversos degastes: emocional/mental, ainda com agravantes, policias além de trabalhar em ambiente não adequados. O Estado é um esquecedor das necessidades do cidadão o Juiz Geral Fidelis, diz: ”. Eu mesmo posso estar com tuberculose e não sei. Trabalhei lá [PCE] sem proteção nenhum” Por Jefferson Oliveira (2017-CircuitoMT)

O descaso do Estado para com a sociedade chega a ser comprometedor. É ridículo. Cruelmente, nem policiais, nem juízes, e, nem agentes penitenciários estão recebendo condições dignas para desempenhar suas funções. Uma vida, é uma vida preciosa.

Segundo Selye(1991), o trabalho Policial é uma das ocupações mais estressantes quando comparado a outras atividades, (Hans Selye, In: Sufrimiento, Barcelona, Madrid Valencia-Científica Médica.1954

Entendemos que tudo de mais cruel é verificar o número de policiais que são vítimas de violência durante o cumprimento do dever. Ainda mais ofensivo para a dignidade do policial trabalhador é assistir o seu parceiro desfalecido ou muitas vezes falecido no exercício de sua função.

Em 2017, o secretário, Rogers Jarbas, pontuou; “29 policiais tiveram morte violenta”. (Por/Raul Bradock, reportermt).

Quanto aos sofrimentos das mulheres que perdem seus maridos como heróis, recorri a Chico Buarque /Augusto Boal (1976) “(...)mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas, temem por seus maridos, heróis e amantes de Atenas. As jovens viúvas marcadas. E as gestantes abandonadas. Não fazem cenas(...) Se conformam se recolhem às suas novenas, serenas (..)”

O Estado deveria fomentar ações com mais segurança, para que os cidadãos desempenhem suas atividades em condições dignas. É perceptível que necessitamos de reformas estruturais para policias.

Sejam céleres poderes bem-estar de todos.

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