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ANNA MARIA RIBEIRO COSTA⁠⁠⁠⁠

Serviço social e biologia no campo da educação

05/10/2017 06h00 | Atualizada em 05/10/2017 07h29


No dia 23 de setembro de 2017 foi realizada a 6ª edição do Univag Solidário, evento que oferece à comunidade diversos atendimentos gratuitos nas áreas de saúde, estética, educação, orientação jurídica, cultura, meio ambiente, assistência social, dentre outros. O curso de Serviço Social, coordenado pela Profa. Teresina Fátima Paes de Arruda, em parceria com o curso de Biologia, coordenado pela Profa. Márcia Aparecida Rodrigues Nassarden de Abreu, ambos do Univag Centro Universitário de Várzea Grande, apresentou “O menino e a flauta”, teatro de fantoches confeccionados em oficinas promovidas pelos alunos do Prof. Cézar  Clemente Pires dos Santos, do curso de Biologia: Danielly de Oliveira Pontes, David Martinho da Silva, Jozeilton Dantas Bandeiras, Michelli Natali da Silva e Sara Pereira Bragança.

O teatro de fantoches foi dramatizado por Erotildes Nunes de Almeida, Gisele Lima Silva, Hellen Regina da S. Lima, Jhulia Cleópatra S. Rodrigues, Kelby Emanuel G. Costa Marques, Priscila Vitória R. dos Santos, Sara Correa de Almeida e Thailiny Gonçalves Cabreiras, alunos do 4º semestre, membros do Projeto de Iniciação Científica intitulado Educação e Políticas Públicas na Diversidade Cultural Indígena: Lei 11.645/2008 no ensino fundamental e médio, da Pró-Reitoria de Graduação, Pesquisa e Extensão do Univag. 

A temática tratou da origem da agricultura sob o olhar indígena Nambiquara, uma adaptação do livro O menino e a flauta, de Ciça Fittipald. De forma lúdica e teatral, as crianças do Instituto Pé de Manga tiveram a oportunidade de conhecer a história do menino índio, um xamã, que se transformou em roça, em tudo que é planta boa de comer. O teatro trouxe ao público infantil uma oportunidade de enxergar a realidade brasileira com outros olhos e, a partir de então, querer fazer diferente, mostrar que existe dentro de cada um a oportunidade de transformar a sociedade através de simples e grandiosos gestos como o da solidariedade diante de uma enorme parcela da população brasileira que sofre algum tipo de discriminação. 

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