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Artigos - Página 119

Edmilson Eid: Iluminar com eficiência

Edmilson Eid: Iluminar com eficiência

          A busca de uma iluminação eficiente e econômica é umas das preocupações para quem vai construir.             Muitos conceitos são lançados no mercado ao consumidor pensando na beleza da luz na sua decoração ou para deixar o ambiente com boa claridade.            A lâmpada é um dos fatores principais na escolha da melhor luz, podendo ser fluorescente ou incandescente. Esta preocupação é responsável por uma pequena parcela no consumo de energia de um lar (entre 10% e 20%).             Porém esta parcela pode ser ainda mais reduzida com a troca de lâmpadas convencionais por lâmpadas de alta tecnologia. Isso sem nenhum prejuízo no nível de iluminação e com uma série de benefícios, como, por exemplo: a redução do volume de calor lançado no ambiente e a diminuição da troca de lâmpadas, pois elas, além da economia no consumo, têm a vida útil maior que as lâmpadas incandescentes.             Atualmente profissionais de arquitetura de interiores projetam iluminação específica para cada ambiente mantendo o espaço agradável e funcional.             Outro desafio é economizar ao máximo o custo gerado da energia elétrica tendo como refúgios as paredes e tetos pintados com cores claras, em busca da iluminação natural, e o uso de lâmpadas corretas para cada ambiente.           Fica essa dica.  

Valéria del Cueto - Torino: corso dell’Arte Contemporânea

Valéria del Cueto - Torino: corso dell’Arte Contemporânea

Imagine um mapa da mina da arte contemporânea. É com eles que os apreciadores contaram para fazer o percurso dos museus e galerias da cidade que participam da Artissima, feira especializada no setor que chega a sua vigésima edição nesse final de semana.

Edmilson  Eid - Caos Urbano
TENDÊNCIAS

Edmilson Eid - Caos Urbano

O trânsito nas grandes cidades se torna cada vez mais um desafio para os governantes.   Os carros são cada vez mais vistos como vilões do trânsito devido à comodidade e à facilidade de compra nos dias de hoje.   Para convencer as pessoas a evitar trafegar com seu próprio automóvel, evitando o que chamamos de caos urbano, bastaria que houvesse opções de transporte de massa eficientes como ônibus, trens elétricos, metrôs e vias destinadas a bicicletas.             Cuiabá está passando por uma grande transformação na malha urbana, causando aos moradores impaciência e falta de compreensão nos engarrafamentos ocorridos e outras situações. Portanto, vamos pensar positivamente num futuro próximo com ruas, avenidas, viadutos, faixas exclusivas, sistemas de transporte de massa mais eficientes e velozes, enfim, num deslocamento com qualidade de vida para toda a população.             Isso é pensar grande e acreditar que teremos nos anos vindouros um trânsito de uma cidade que busca o crescimento urbano mais ordenado.               Quem viver verá.          

João Manteufel Jr.: A primeira Vez

João Manteufel Jr.: A primeira Vez

Pensei em fazer uma poesia contando a primeira vez de uma relação entre homens e mulheres... acho que ficaria diferente   A primeira Vez no pé da noite tensa,  homens diferem-se de meninos,  carícias, dedos,  a hora da peleja sangrenta,  tendo a glória como próprio destino   o anjo se torna apóstolo entregue ao deleite divino ejaculando ânsias infames canonizando o satânico libido   Do outro da lua um corpo dourado e reluzente afrodite vestida nua à espera do breve cogente a semente prematura insinua deusa felina e malcontente   querubins tocando cantigas iniquidade subindo aos céus infante morto pela vagina tirando o homem dos réus    a diva desce à terra o céu lhe foi fechado a dúvida do não atingido indigência de degustar o pecado o prazer lhe foi proibido a certeza do inacabado   no fim da noite tensa,  meninas diferem-se de mulheres,  procurando uma nova peleja sangrenta,  almejando que com o próximo, sua sorte se altere   Veja mais Artigos em versão digital!  

Valéria del Cueto: Falhei...

Valéria del Cueto: Falhei...

Tinha me prometido que os textos publicados aqui não seriam mais na primeira pessoa. Mas, infelizmente, sou obrigada a quebrar minha jura. E fiquem certos, não é por um motivo de que me orgulhe. Falhei com quem mais amo e respeito: o povo do carnaval...

Alegro, por Los Trupis...

Alegro, por Los Trupis...

Texto e foto de Valéria del Cueto   Bordolino olhava pela janela do trem que cruzava o norte da Itália de leste a oeste. Ao seu lado, a bruxa fazia de conta que não prestava atenção ao que acontecia ao que se passava em volta.   Era duro deixar a casa onde nascera em direção a uma nova vida.   Sempre soube que seria assim desde o dia que sentira aquele monte de cocegas, enquanto Anna Truppo o transformava de um pedaço de espuma num fantoche cheio de ideias. Viera ao mundo com uma missão, disso tinha certeza. A questão era: qual?   A bruxa continuava impassível, cheirando o ar seco e profilático do trem Frecciabianca que corria para o oeste. Parecia paralisada sabendo que seu destino era Torino, única cidade por onde passavam os dois círculos de magia na Europa: o negro e o branco. Concentrava a força do seu pensamento para que, ao chegar lá, fosse envolvida pela magia do lugar, mas que fosse a das forças do bem...   Não que Bordolino não acreditasse, mas ainda estava sob o impacto de trocar as mãos carinhosas de sua criadora, Anna e seu companheiro Adilson de Souza, por outras, talvez não tão sensíveis.   Eram a tradução e a síntese do trabalho da artista que, ainda criança, se encantara com a possibilidade de criar infinitas fantasias usando seus talentos para o desenho, a pintura, a escultura e a costura.   Primeiro foram bonecas de pano e roupinhas. O mundo ganhou novas possibilidades quando, numa praça qualquer da Argentina, assistiu extasiada a um espetáculo de teatro de bonecos. Fantoches!   Do que viu criou o que seria. Autodidata, experimentou materiais, manipulou diferentes tipos de espuma estudando sua densidade e flexibilidade.   Ha  22 anos atrás Anna encontrou Adilson, companheiro de vida e labuta. Com ele, em 2005, veio para a Itália, onde nasceram centenas de fantoches vendidos em feiras e eventos típicos das cidades italianas.   Aqui foram esculpidos, pintados, vestidos e manipulados Bordolino e a Bruxa. Ambos, parceiros na viagem inevitável destinadas aos fantoches de “Los Trupis”, nome adotado pela dupla sul-americana. Viajantes, todos viajantes. Do tempo, das terras e, se possível, da felicidade e cumplicidade que une o casal.   A produção dos títeres é pequena. Seleta. São seis personagens. Entre eles a bruxa, o mago, o velho e alguns animais. Mas tudo é uma questão de inspiração e das mãos mágicas de “Los Trupis” tudo pode surgir: a emoção brota dos olhos expressivos e brilhantes dos fantoches que, quando manipulados, ganham vida própria pelos dedos ágeis (ou não) de quem os adota.   O trem segue, como a vida. Bordolino observa sua companheira e, pouco a pouco, vê em seu rosto que o pior já passou. As correntes estão sendo rompidas. A bruxa está perdendo o medo, deixando a curiosidade das terras que nunca viu - nem mesmo em seus mais loucos sonhos de feiticeira animada - dominar seus pensamentos.   E assim, pela face sem disfarce da bruxa, Bordolino vê passar a esperança e da força da fantasia, esculpidas por Anna e Adilson, numa mensagem que será levada para outras terras, depois de muitos mares. Ela diz que o bem sempre vencerá o mal e encontrará seu rumo. Outro, agora...   Bordolino vê que a bruxa sabe. Mensageira do bem e da verdade, sua magia leva um recado de luta, conquista e vontade para todos o que, acima de tudo, acreditam no poder da fantasia e, por isso, não abrem mão de sonhar...   *essa crônica é dedicada a Cacá de Souza e sua generosidade que colocou em meu caminho mais um irmão...     **Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Essa crônica faz parte da série “No rumo”,  do SEM FIM... delcueto.wordpress.com

João Manteufel Jr.: Coisas que gostaria de ter feito Antes

João Manteufel Jr.: Coisas que gostaria de ter feito Antes

Estou trabalhando tanto nos últimos meses que minhas entrevistas têm sido a minha leitura. As entrevistas é que me mantêm informado. Por exemplo, o dia de hoje. De manhã, aula de sensibilidade e choque regional com José Medeiros. Depois, uma nova visão política com Lúdio. À tarde, um balde de risadas e histórias com o famoso Osmar da Época.

Ana Maria Ribeiro Costa: Índio sabido sim

Ana Maria Ribeiro Costa: Índio sabido sim

Índio sabido sim é um livro escrito por Julia Pascali, uma professora muito especial da Universidade Federal de Goiás, que se doutorou em Artes. Especial porque suas impressões manifestam-se quase sempre no sorriso que também vem dos olhos, do corpo, da voz, do coração. Além de ensinar, encenar, escrever, dançar, cantar, sabe desenhar misturando as tintas nanquim e urucum para revelar nuances dos povos japonês, chinês e indígena, de culturas que a inspiram-seduzem.