PUBLICIDADE
Cynthia Lemos

Duas perguntas que têm o poder de comprometer uma equipe

09/09/2017 07h14 | Atualizada em 08/09/2017 15h08 1 comentario

Dei as boas-vindas a uma colaboradora nova, que começou há 2 semanas, no financeiro. E perguntei a ela:

E aí o que está achando da empresa? Com um sorriso amarelo, ela respondeu:

- Legal.

Depois entendi o motivo. Após a aprovação para ocupar a função, ela entrou pela porta da empresa direto para o financeiro, e ali foi treinada arduamente pela gestora da área para dar conta da tarefa.

Ela não foi apresentada à empresa. Seu caminho era da entrada para a sala do financeiro, onde saia só para o almoço ou ir embora.

Ela não conhecia ninguém, e nem sabia nada sobre a essência da empresa.

Era uma colaboradora do século XXI, inserida em um sistema inconsciente da era Fordismo, alienada a sua função e desconectada dos outros setores e processos. Consequentemente em pouco tempo, sentiu-se desmotivada, desanimada, improdutiva e limitada.

Inserida também naquele grupo da famosa frase proferida por muitos gestores:

- Limitada! Não pensa! É duro encontrar gente boa.

Naquele movimento comum, que costumo observar nas empresas, nas quais o líder se isenta de responsabilidade e culpa o outro, o sistema ou a crise pelos resultados negativos.

POR QUÊ?

PARA QUE?

São perguntas que deveriam existir no vocabulário de todo líder e de todo profissional, quando falamos de metas e direcionamentos.

Empresas de sucesso são compostas de pessoas que são comprometidas com a essência da empresa. Envolver as pessoas a nível de essência, não é possível com respostas, que infelizmente, ainda ouço em algumas organizações.

-Por que?

-Porque o chefe mandou ...

-Para que?

-Para você não perder seu emprego.

 -Por que?

-Porque eu tô mandando!

Infelizmente, eu digo, que isso talvez seja um dos maiores motivos de um “descomprometimento” e que geram alguns comentários entre os gestores decepcionados:

- Parece que as pessoas não pensam! Fazem as coisas por fazer. Por obrigação!

Diante desses acontecimentos, convido você a fazer a primeira reflexão em relação ao "descomprometimento" da sua equipe: Como você trata essas pessoas?

Você é um líder que incentiva as pessoas da sua equipe a pensarem? Você é um líder que faz pergunta ou entrega todas as repostas? Tudo sempre pronto? 

Em que nível você se coloca ao se relacionar com as pessoas que lidera?

Você é um gestor que se preocupa em envolver sua equipe com a essência da empresa, ou sua preocupação está somente em fazer com que  cumpram a tarefa a eles delegada?

Porque se você os trata desta forma, sem as informações do:

PORQUE (motivo para fazer) e do PARA QUE (consequências da ação para o sistema como um todo), quando você faz um direcionamento, esteja satisfeito, se a sua equipe ainda entrega as tarefas dentro da média. Pois resultados acima da média dependem de pessoas conectadas com a essência da empresa, que colaboram para o cumprimento de uma missão, de um propósito, do motivo de "existir" naquilo que fazem, para além de simplesmente o cumprir de uma atividade.

Aqui estamos falando sobre a essência, o motivo que move cada ação em uma função específica. O que faz o colaborador se sentir feliz fazendo o que faz?

Gestor, convido você a observar:

Qual a essência do negócio que você lidera?

Qual foi o motivo lá atrás, desse negócio ter sido criado, além de gerar recursos financeiros?

A necessidade de quem ele veio suprir? O desejo de quem ele veio atender, que o moveu até aqui?

E ainda provoco você líder: o que lhe conecta nesta função para além das tarefas a serem feitas, para além dos seus ganhos financeiros?

O que lhe mantém neste negócio?

Como você quer ser reconhecido?

Se por acaso você estivesse atrás da porta, o que você gostaria que as pessoas falassem de você?

Essas perguntas lhe ajudarão a compreender a essência do negócio, na qual você faz parte, e que deverão guiá-lo e ser a base de todo o direcionamento que for fazer junto a sua equipe.

Quando for compartilhar uma meta, um objetivo, cobrar os resultados, elogiar ou corrigir um comportamento, neles sempre deverão estar contidos: “O PORQUÊ e O PARA QUE” que serão os grandes conectores das tarefas, da responsabilidade com a essência da empresa.

É isso que move uma organização, é isso que move as pessoas com brilho nos olhos, comprometidas e apaixonadas pelo que fazem! Isso que as faz se sentirem úteis, contribuindo com a organização, não simples peças de um relógio. Como máquinas sem vida.

Cynthia Lemos é Psicóloga Empresarial e Coach na Grandy Desenvolvimento Humano. Especialista no Desenvolvimento de Líderes e Empresas tem a missão de: Expandir a Consciência e Gerar Ações Transformadoras – para pessoas e empresas que desejam evoluir em seus projetos e objetivos. Email: cynthia@grandy.com.br

1 COMENTÁRIO

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

  1. What defensive metrics have the wholesale baseball jersers most impact philadelphia phillies jersers on a team's Win-Loss record? Basic defensive metrics like errors, assists and putouts are readily available metrics, pittsburgh pirates jersers but to tell how the standings are affected, a run value needs to be placed on the play that the player did or not make. To get this data an in-house metric would need to be created. The extent of this type of data available is limited, atlanta braves jersers but with enough time, it can be created. The data needs to be collected on a group of teams (division to entire league) to be able to compare results. If the data was just collected for the team, it can show that they made 10 great diving catches to stop some hits, but how does that compare to other teams. To get the best information for this in-house defensive metric, three main pieces of information chicago white sox jersers are needed. The first data needed is how hard and in what direction the ball was hit. Hit F/X data, supplied to blue avisail garcia authentic jersers all teams, gives the direction and speed that each ball was hit. If this data is not available to the team, BIS and STATS provide data on where each ball was hit on the field in various zones. The next set of data is not currently available is the location of the defenders. This data could be obtained by watching every play of every game (or some subset of teams). Also, you could take the hitter tendencies (pull hitter, hits to all fields, etc) and find the average position of the fielder. Getting the position of each player may be rather difficult and time consuming. If the resources are st. louis cardinals jersers available I would collect all the data on each ball in play. If not, I would collect a sample of data and see if it matters significantly where the defender is positioned. If we chicago white sox jersers know that the amount of variation depending of defensive positioning to be 4 plays per 100 hit in the player's direction, los angeles angels of anaheim jersers los angeles angels of anaheim jersers this level of variation can be added in later. Finally data would need to be obtained if the player made the catch, threw it to for an out or caused and error. This data is readily available from STATS or BIS or could be obtained easily from the mlb.com which as all the data in easy to get .xml format. Once the data has cincinnati reds jersers been collected, a run expectancy chart needs tampa bay rays jersers to be generated for the league. It shows the average number of runs generated given the runners on base and the number of outs in an inning. Say a batter hits the ball and gets to first base on a ball barely missed by the shortstop. The average number of runs with a runner on first with no outs could be 1.1 runs (example). Now if the fielder got to the ball and threw out the hitter, it would be 1 outs with no one on base. The average number of runs scored in this situation would could be 0.4 runs. So by making or not making the play, the average number of runs expected to be scored changes by 0.7. This is the run value for the play. The data between different players can then be compared to see which players made the most plays given the situation to determines the average percentage of times any given player makes a play. Once this percentage is known, then runs lost or saved can begin to be assigned to players. For example, 50% of the time a shortstop gets the runner out at 1st for a ball hit 4 steps to his left. A shortstop, only makes 3 out of 10 of these plays, cost the team on average 1.4 runs. Finally, the number of runs saved or lost per team would be known and these values would be summed. Over the past few years, 10 runs prevent or scored is needed to get an additional win. Taking the difference in runs prevent above or below average and dividing it by 10 will give the number of wins or losses that a teams defense generates.

Comente, sua opinião é Importante!

PUBLICIDADE