Sábado, 29 de Abril de 2017
CARLINHOS CORREA

ELZA, LEMBRANÇA DO AMOR

Do seu nascimento já foi marcada pela estrela das mãos habilidosas através da perfeição e do amor.

 

ELZA, LEMBRANÇA DO AMOR

Do seu nascimento já foi marcada pela estrela das mãos habilidosas através da perfeição e do amor. O seu nascimento foi na Travessa da Justiça, ao lado do Campo D’Ourique, e perto da Caixa D’Água Velha. Filha de pai italiano, Antônio Fortunato e de mãe de origem americana, dona Maria Ângela Buonaventura Fortunato, educada no então regido asilo Santa Rita, de uma criação de uma formação família que revela o ser humano que foi. Casada em 1951 com Joseph Biancardini, dessa união feliz teve dois filhos: Beatriz Helena e Jean Biancardini. Um ser humano que sempre em vida falava sim, dificilmente falava não quando alguém solicitava algo, na sua fala estavam sempre essas palavras: “Dar do que sobra é bom. Maior amor é dar algo que não faz falta”. Sempre foi a sua grandeza do amor que se revela na generosidade e no desprendimento em beneficio dos outros. Dia 14 de abril, em plena Paixão do Senhor, ela foi marcada pelo sinal da cruz e se distanciou para a casa de Jesus acompanhada de uma revoada de anjos de luz. D. Elza Biancardini com seu largo sorriso dizia: “Amar é dar e dar-se inteiramente em favor dos outros, sem nada esperar em troca”.

BANQUETEIRA DO AMOR

Sob a mira do Espírito Santo desde a sua infância, Elza Biancardini despertou-se pelo trabalho de bordadeira e sua fama foi só aumentando, sendo requisitada para vários trabalhos manuais, ganhou uma clientela que lhe rendia recursos financeiros para ajudar no sustento do lar. Inteligente, dedicada, prendada, ficava de só de olho nas delícias preparadas por sua mãe D. Maria Fortunato. D. Elza, da sua vida em família, de dona de casa, teve a idéia de atender algumas amigas com as guloseimas de tortas, doces e salgados. Com as mãos habilidosas preparava um bolo como ninguém, os bolos de aniversário, os pedidos sempre aumentando, a fama correu a capital, Elza Biancardini montou o primeiro Buffet de Mato Grosso que atendia as mais famosas reuniões sociais de Cuiabá. Ganhou fama estadual. Uma banqueteira de amor, graças à dedicação e ao amor que sempre dedicou ao que lhe mais lhe dava satisfação, realizar, fazer, para atender a alegria festiva de todos. Uma mulher de fé que conversava com Deus! E pouco a pouco sentia o seu corpo e o espírito sendo renovados e fortalecidos através das orações.

MENU DA TERRA

O que se comenta nas quatro costados da cuiabania é sob a barraca do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, na Feira Internacional do Pantanal, com o cardápio com o menu da terra, “o tradicional Revirado Cuiabano”, que será servido durante os quatro dias do evento. É uma iniciativa do Rei Luiz Carlos Ticianel, a Rainha profª Luzia Guimarães e a Festeira de Honra Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva. Tem como cunho divulgar a festa no nosso Padroeiro Senhor Bom Jesus de Cuiabá. Com todo o aval do Cura da Catedral Basílica, o Padre Edimilto Santos da Mota, e os demais voluntários, tudo indica que o prato assinado por este jornalista será bem concorrido nesta feira. Sob os olhares do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, tudo vai sair perfeito!

COMENTAR